Ele foi encaminhado para a Delegacia de Vigilância e Capturas e, logo em seguida, encaminhado para o Centro de Triagem de Piraquara a pedido do juiz da 9ª Vara Criminal. Na sentença o juiz determina a prisão também em razão de sua constante ausência nas audiências sobre o caso dos “gafanhotos” da Assembleia Legislativa do Paraná.
Carlos Simões, que foi um dos homens mais poderosos do Paraná - ao lado dos irmãos Íris e João Simões, saiu da delegacia sem falar com a imprensa.
O caso chamado de "Gafanhoto" é investigado pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público (MP) federal desde 2003 e começou depois que uma servidora da Caixa Econômica Federal procurou o MPF e relatou que havia caído na malha fina da Receita Federal por não declarar rendimentos que teria recebido da Assembleia – onde nunca havia trabalhado. Outro caso foi da empregada de Roberto Requião (PMDB) que também denunciou o mesmo esquema e estava lotada na liderança do PMDB sem jamais ter recebido por isto, nem saber do esquema.
O MP investigou e descobriu que os documentos da funcionária da Caixa foram usados, sem que ela soubesse, pelo ex-deputado Carlos Simões para nomeá-la num cargo na Assembleia em 1999 e que o salário dela era depositado na conta de Geraldo Cruz – sogro de Simões. O ex-deputado foi denunciado em agosto de 2008 pelo Ministério Público Estadual por desviar R$ 18,5 mil – ação que ainda tramita na Justiça.
Ao todo, cerca de 400 funcionários da Assembleia, ex-servidores da Casa e dezenas de políticos paranaenses são investigados por desvio de dinheiro público, sonegação de impostos federais e estelionato.
Carlos Simões, que foi um dos homens mais poderosos do Paraná - ao lado dos irmãos Íris e João Simões, saiu da delegacia sem falar com a imprensa.
O caso chamado de "Gafanhoto" é investigado pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público (MP) federal desde 2003 e começou depois que uma servidora da Caixa Econômica Federal procurou o MPF e relatou que havia caído na malha fina da Receita Federal por não declarar rendimentos que teria recebido da Assembleia – onde nunca havia trabalhado. Outro caso foi da empregada de Roberto Requião (PMDB) que também denunciou o mesmo esquema e estava lotada na liderança do PMDB sem jamais ter recebido por isto, nem saber do esquema.
O MP investigou e descobriu que os documentos da funcionária da Caixa foram usados, sem que ela soubesse, pelo ex-deputado Carlos Simões para nomeá-la num cargo na Assembleia em 1999 e que o salário dela era depositado na conta de Geraldo Cruz – sogro de Simões. O ex-deputado foi denunciado em agosto de 2008 pelo Ministério Público Estadual por desviar R$ 18,5 mil – ação que ainda tramita na Justiça.
Ao todo, cerca de 400 funcionários da Assembleia, ex-servidores da Casa e dezenas de políticos paranaenses são investigados por desvio de dinheiro público, sonegação de impostos federais e estelionato.
Além de ser primo de Valdevino, Carlos Simões mantinha casa em Pontal do Paraná - no balneário Santa Terezinha.
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